Obras de Agostinho, Tomás de Aquino, Abelardo, Guilherme de Ockham, Averróis e outros filósofos medievais ganham análises e reflexões instigantes na edição 40 da revista “Discurso”, órgão oficial do Departamento de Filosofia da Universidade de São Paulo (USP), que chega às livrarias em abril.
Marcelo Mirisola assinou esta semana contrato com a Barcarolla para a edição do seu próximo romance. Hosana Poluída, título provisório, sai em outubro e trata de um homem entre dois amores, ou melhor, entre dois fracassos amorosos.
O paulista Marcelo Mirisola acaba de lançar, pela Editora Barcarolla, Charque, seu 12º livro. Trata-se de uma poderosa e inquietante autobiografia, um segundo volume, que faz contraponto com O azul do filho morto, lançado em 2002. Sem personagens, sem enredo, Mirisola mostra os dentes, rosna e ruge, sem afagos e puras rosas. Feito um cachorro louco, como um cão, ele vai com a boca, avança com os dentes, morde como pode.
O paulista Marcelo Mirisola acaba de lançar, pela Editora Barcarolla, Charque, seu 12º livro. Trata-se de uma poderosa e inquietante autobiografia, um segundo volume, que faz contraponto com O azul do filho morto, lançado em 2002. Sem personagens, sem enredo, Mirisola mostra os dentes, rosna e ruge, sem afagos e puras rosas. Feito um cachorro louco, como um cão, ele vai com a boca, avança com os dentes, morde como pode.
Ela desistiu de ser filóloga e se convenceu de que o código binário é mais transparente do que a “intelectualidade elaborada”. Até tentou seguir o mesmo caminho dos dois milhões de exilados cubanos que fugiram para países estrangeiros, mas voltou da Suíça à pátria e apostou nas longas cadeias de HTML, dividindo os trabalhos de professora de espanhol freelancer para turistas em Havana com as crônicas cotidianas de uma Cuba com feições mumificadas em seu blog Geración Y.
Estavam os habitantes da Cracolândia de São Paulo (que odeio chamar de “nóias”, uma palavra que tem acento pejorativo de gíria vulgar) postos em sossego em seu torpor de zumbis, quando chegou uma tropa da PM e os colocou pra correr.
Diálogo de intelectuais com Marilena Chauí é transformado em livro. Reitor da UnB lembra as contribuições da filósofa para as ciências jurídicas
Sérgio Buarque escreveu que o brasileiro é um homem cordial – no sentido de que age mais com o coração do que com a razão – e logo leram que o brasileiro é uma pessoa gentil, lhana, de fino trato, que é o significado mais corriqueiro e coloquial da cordialidade.
O setor de livros didáticos é tão promissor quanto arriscado. Se por um lado é o mais lucrativo – responde por 50% do faturamento do mercado editorial brasileiro, estimado pela Fipe no ano passado em R$ 4,2 bilhões -, por outro dá trabalho e retorno menor às livrarias. Um livro do chamado segmento de obras gerais é vendido pela editora à livraria com 50% de desconto. Mais: na maior parte das vezes, eles são consignados.
Dilma na praia não tem nada demais.Chefes de Estado merecem e precisam tirar férias.Vão dizer que é mesquinharia reclamar dos 650 mil reais usados para reformar a casa da base naval de Aratu onde ela está passando as férias, mas nas repúblicas é assim: a oposição reclama de tudo e é para prevenir-se disso e evitar esse falatório que a maioria dos chefes de Estado, cautelosamente, costuma passar as férias às suas próprias custas.